Concurso de arquitectura

Este concurso de arquitetura, desenvolvido em parceria com a Junta de Freguesia de Campanhã, é um apelo aos profissionais de arquitetura que pretendem tornar a sua profissão numa ferramenta para criar uma cidade mais viva e inclusiva. O desafio é simples: passar o património de objecto em disputa a elemento de coesão social. Concurso de arquitectura

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PENSAR, CONSTRUIR, HABITAR |Resultados da primeira fase

Os concorrentes admitidos à segunda fase do concurso de ideias são os seguintes:

  • Concorrente 01|representado por Pedro Jorge Marta de Oliveira Matos;

  • Concorrente 04|representado por Vitório Leite (merooficina arquitectos);

  • Concorrente 05|representado por Tiago Luís Coelho Sanches de Castro Oliveira (Studio Toggle Porto, Limitada);

  • Concorrente 07| representado por André Portugal Godinho;

  • Concorrente 09| representado por António Sérgio Ferreira Henriques.

Felicitamos os concorrentes, e não só os finalistas, pela qualidade das propostas apresentadas.  Podem consultar a acta aqui

 

Esclarecimentos às dúvidas

 Esclarecimentos às dúvidas apresentadas e enviadas pelos concorrentes

 

  1. É obrigatório a presença de dois arquitectos? Ou pode-se concorrer individualmente? Sobre os 3 anos de experiência profissional referem-se a 3 anos de inscrição na Ordem?
  • É obrigatória a presença de dois arquitetos. Os 3 anos de experiência profissional exigidos referem-se a 3 anos de inscrição efetiva na Ordem dos Arquitetos, contados a partir da data de admissão e cumpridos até ao termo do prazo de entrega da primeira fase do concurso no dia 11 de janeiro de 2018.

Esclarecimentos às dúvidas

Júri PENSAR, CONSTRUIR, HABITAR

O PENSAR, CONSTRUIR, HABITAR é constituido por um júri diverso, com uma variedade de competências e sensibilidades, capaz de garantir que o projeto de arquitetura responde à realidade social a que deve servir:

Experiência e juventude, prática profissional e reflexão académica, dirigentes associativos e dirigentes políticos, pessoas ligadas aos movimentos sociais e à prática privada, arquitetos e não arquitetos. Também, a experiência do SAAL.

painel

Júri PENSAR, CONSTRUIR, HABITAR

No Correio da manhã

“Fátima Castro, de 68 anos, era uma proprietária infeliz (…) até que afixado num panfleto na junta de freguesia do Bonfim, onde reside, viu um panfleto da Habitar Porto, que prometia apoiar proprietários, inquilinos e profissionais e facilitar processos de recuperação conseguindo habitação a preços justos. A pré-candidatura ao Reabilitar para Arrendar, do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU), já foi aprovada e 2018 deverá ser o ano da renovação da ilha. O programa de arrendamento será depois em regime de renda condicionada”.

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Na Visão

“Mais afastadas do centro histórico, as freguesias de Bonfim e Campanhã têm conseguido dinamizar a reabilitação de edifícios para arrendamento de longa duração a preços controlados. Parte desse mérito pertence ao projeto Habitar Porto, coordenado pelo arquiteto Aitor Varea Oro e pela educadora social Liliana Lopes, para quem “a zona oriental da cidade, nomeadamente as freguesias de Campanhã, Bonfim e parte de Paranhos, começam a ser cada vez mais procuradas”

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Avançamos com a dimensão formativa

Finalmente podemos anunciar este projecto, no qual temos vindo a trabalhar durante os últimos meses. O pedido inicial foi a recuperação duma casa, para a qual não existiam fundos. A resposta será um curso de formação financiado que permitirá:

  • qualificar as populações
  • potenciar a criação de emprego à escala local
  • contribuir para a existência de habitação a preço justo.

Avançamos com a dimensão formativa